O mercado corporativo vive uma disputa acirrada por profissionais qualificados em todas as regiões brasileiras. Para transformar esse cenário em alavanca competitiva, a Taking decidiu reformular toda a sua área de Talentos. A empresa especializada em soluções digitais e de negócios converteu a atração técnica em estratégia de expansão. Esse movimento estruturado visa sustentar o crescimento contínuo por meio de governança ágil e conectada às demandas reais. A iniciativa posiciona o recrutamento em tecnologia como motor determinante para responder às exigências de clientes e talentos.
A nova abordagem operacional supera o modelo tradicional focado apenas na abertura emergencial de vagas pontuais. Em vez de processos engessados, a companhia passou a estruturar um relacionamento contínuo com os especialistas do setor. Essa dinâmica constrói uma comunidade qualificada pronta para atender demandas complexas em diferentes segmentos da economia. Dessa forma, a organização fortalece sua marca empregadora ao garantir escuta ativa e proximidade em todas as etapas seletivas.
Como a centralidade na pessoa revoluciona a atração de profissionais?
A metodologia coloca o indivíduo no centro dos processos seletivos, integrando valor humano e planejamento de carreira. “Deixamos de ter a centralidade na vaga para ter a centralidade na pessoa”, define Luana Hipólide, vice-presidente de Talentos da Taking. A executiva pontua que o candidato passa a integrar um ecossistema sólido conectado às demandas futuras do mercado. “O profissional não participa apenas de um processo seletivo, mas passa a fazer parte de uma comunidade”, completa.
Esse direcionamento reflete uma mudança profunda nas aspirações dos trabalhadores técnicos em busca de evolução contínua. Para se destacar na disputa por talentos, as companhias precisam oferecer propósitos claros e ambientes eticamente saudáveis. “O profissional de tecnologia busca pertencimento, propósito e espaço para gerar impacto real no negócio”, destaca Luana. Segundo a gestora, não basta oferecer salários atrativos sem construir uma jornada acolhedora e consistente desde o primeiro contato.
De que forma a inteligência artificial e a área comercial impulsionam a estratégia?
Para sustentar essa expansão com eficiência, a empresa adotou o uso estratégico da inteligência artificial nas rotinas corporativas. Os algoritmos apoiam o cruzamento de competências técnicas, mapeiam aderência cultural e identificam novas oportunidades profissionais com agilidade. Em paralelo, equipes especializadas realizam entrevistas técnicas aprofundadas por vídeo para qualificar a avaliação comportamental dos candidatos. Esse arranjo metodológico assegura assertividade nas decisões de contratação e reduz ruídos na jornada profissional.
Outro diferencial competitivo da operação é a aproximação direta entre a área de talentos e a equipe comercial. O alinhamento contínuo entre quem desenha as soluções e quem atrai os especialistas elimina atritos na entrega dos projetos. “Temos dois clientes fundamentais: a empresa parceira e o profissional que constrói sua carreira conosco”, avalia Luana. Para a executiva, o verdadeiro sucesso corporativo ocorre quando a empresa consegue gerar valor sustentável para ambos os lados.
A companhia também estruturou uma esteira de formação contínua voltada para qualificar os times internos de seleção. Esse programa capacita os analistas para uma atuação consultiva, estratégica e profundamente conectada aos objetivos do negócio. Com isso, a organização integra experiência do colaborador e inteligência de dados em um ecossistema escalável de alta performance.




